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sexta-feira, junho 01, 2007

Sentimentos que movem o homem.

Pensei bem antes de escrever este post. É um ponto polêmico e que faz qualquer um pensar e se colocar de um lado. Meu único pedido é que você meu caro leitor faça uma análise fria, não inclua seus sentimentos aqui, nem tendencie para um lado ou outro, apenas leia e reflita.

Existem basicamente dentro de cada um de nós dois tipos de sentimentos, os bons e os ruins.

Ambos tem suas funções e necessidades bem ajustadas, mas podemos dizer que existem somente dois sub-sentimentos primários que fazem o homem realmente buscar por algo melhor, novo e até criar algumas coisas bem difíceis.

Ódio e Desafio, isso mesmo, somente o ódio e o desafio são capazes de despertar nossos neurônios ao ponto de mudarmos tudo, afinal se você está se sentindo bem, sem ser desafiado ou ameaçado por nada e sem ter um profundo ódio por algo ou alguém, não têm muito do porque você se mexer, mudar ou criar algo novo, pode até acontecer, mas será um acaso e não algo pensado e arquitetado.

Lembra daquela bronca que teu chefe te deu uma certa vez por causa de um trabalho atrasado ou feito nas coxas. Pois é, lembra como você ficou P da vida e refez o trabalho varando noites a fio se esmerando para entregar além do necessário.

Depois de tudo ficou tão bom o tal trabalho que você foi até elogiado.

A receita? Ódio e/ou Desafio.

Aaaa mas e o Amor?

Ora ora meu caro leitor. O Amor é lindo!
Afinal quando está tudo bem e funcionando como deveria porque mudar?
É ai que o Amor nasce e prospera e te mantém quietinho no teu lugar para aproveitar o lado bom da vida.

Anceio pelo dia onde conseguiremos obter os mesmos resultados com Amor e Paz e trilhar um caminho melhor para nossos sucessores.


Até a próxima com muito Amor e Desafio. ;o)

2 comentários:

devanagari disse...

Amor e ódio, embora o dicionário diga que eles são antônimos eles são complementares mas nunca opostos, são energias da mesma natureza e polaridade. O estado de satisfação causado pelos dois é muito similar, ou podemos dizer que igual. O ódio aparece, todos podem vê-lo, ele se faz notar e é notável mesmo que em ínfimas escalas, raramente passa desapercebido dentro do contexto dos eventos. qualquer um de nós pode identificar o ódio em qualquer ser, desde um "pitbull, pitboy" até em humanos. Porém cabe salientar que o ódio tem um "arranque inicial" muito maior que o amor, vai de 0 a 100 em 16 segundos e o amor pode levar algumas horas e até dias; existe também o "amor à primeira vista".

Isto não é o blá-blá-blá de sempre, pensemos sob a ótica da química e vamos encontrar cerca de 450 ligaões diferentes quando se está em estado de ódio, ele nos manté suficientemente "ligados" nos fatos, focos e objetos 24/7; gerando energia como uma fornalha digna de qualquer núcleo estrelar, mas assim que a "missão" do ódio se cumpre, tal qual uma estrela que se expandiu ela se rompe e implode criando um buraco negro que atravessa a linha do razoável e nos lança num buraco negro de onde lançamos mão do artifício de gerar mais ódio para gerar mais propulsão e nos tornamos então um viajante "escuro" "odiável" "implosivo" etc. O ódio é excelente para ser desenvolvido quando não se encontra o Amor, ele é o verdadeiro antídoto da indiferença que faz apodrecer todos os envolvidos. Basta lembrar que o ódio é de todos os venenos o mais mortal deles; mas quando as espinhas saltam no rosto o remédio é um derivado à base de "veneno de rato" vendido em qualquer farmácia. É só escolher o veneno de rato ou se alimentar corretamente, qualquer dos dois caminhos levam à cura; as conseqüencias "são detalhes".

Se não puder sentir, gerar um ódio que realmente valha a pena, pelo menos por questão de economia e segurança, e competência, pode ser mais interessante "amar", se envolver, se deixar dissolver no processo e deles fazer parte, compartilhar e absorver "todos" sem sugar. De 0 a 100 em 100 dias talvez, mas a resultante dura uma vida toda, estica o tempo, aumenta o sabor. Quem já teve aquele acesso de fome mortal que faz devorar o primeiro pastel frio e oleoso que aparecer dando mole na geladeira pode entender que a sopinha cozida em fogo baixo e lento num dia frio ou mesmo gelado traz uma compreensão muito maior e mais satisfação.

bem isto não resolve o problema do seu chefe, mas ele é um estressado mesmo, é só escolher entre compartilhar o estresse dele ou cuidar da competência o tempo é quase que o mesmo,

Marcel Campos disse...

Sábias são as palavras do Mestre.

Faço minhas tuas palavras pela coerência e sensatez de tuas idéias.

Grande Abraço.